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História do feriado da Independência do Brasil

O dia da independência do Brasil é comemorado no dia 7 de Setembro, data em que o príncipe Dom Pedro I teria dado o “Grito do Ipiranga” no qual se dirigia com sua comitiva com o grito de “Independência ou Morte” declarando a independência do Império Brasileiro  do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves. 

História do Feriado

A história da independência se inicia com a chegada da família real no Brasil que fugia de Portugal devido a ameaça da invasão do exercito de Napoleão. Assim que chegou no Brasil, o rei D. João VI abriu os Portos para o comercio com outros países e implantou diversas reformas que fez o Brasil ser mais do que uma simples colônia de exploração. Após alguns anos, quando a situação já estava estável em Portugal, a corte portuguesa queria que o Brasil voltasse ao status de colonia novamente.

Com o descontentamento entre brasileiros que não queriam voltar a ser colônia portuguesa, a corte queria retroceder o Brasil a condição de colônia  exploração, mas os brasileiros se uniram para declarar independência e sob o comando de D. Pedro I, conseguiram negociar a independência do Brasil. 

Vários eventos marcaram essa história que culminou na independência. Verdade mesmo é que nunca houve uma guerra pela independência, mas houveram alguns conflitos entre brasileiros e portugueses. Estes eventos, como a noite das garrafadas, a Revolução do Porto, foram de extrema importância para declarar a posição de independência no dia 7 de setembro de 1822.  

Independência do Brasil Foto: Reprodução Disponível: http://cultura.culturamix.com/

Independência do Brasil


Endurecimento secundário dos aços rápidos

Os aços rápidos, assim como são denominados, são usados para cortes rápidos em alguns materiais. Outra caraterística desse tipo de aço é a sua capacidade manter sua dureza estável, mesmo em temperaturas elevadas de até 600 graus Celsius. Os aços rápidos são usados principalmente para fazer brocas, serras, alargadores , escariadores e entre outras ferramentas de torneamento.

Os chamados aços rápidos são obtidos por fusão, ou seja, a junção entre dois ou mais metais diferentes em elevadas temperaturas que os aquecem até o seu ponto de fusão. Os metais são derretidos e podem se unir se forem manuseados de forma correta. O aço rápido pode ser temperado no banho de sal estando a uma temperatura de 550°. Após a equalização pode ser resfriado a ar até a temperatura de toque.

O aço só vai atingir a dureza máxima depois do revenimento, isso ocorre justamente por ele ser um aço com endurecimento secundário. A fabricação de peças com aço rápido é um processo muito complicado pois a temperatura para austenitização é bem próximo ponto de fusão do metal, por isso é recomendado um pré-aquecimento do aço divido em duas etapas para minimizar os efeitos de choque térmico.

As temperaturas do processo podem variar entre 600 à 650 graus Celsius na primeira etapa, 840 à 880 graus Celsius na segunda. Alguns metais ainda podem exigir uma terceira carga de aquecimento, devendo ser aquecido durante alguns minutos no processo de austenitização. Ao final do processo o aço pode alcançar níveis de endurecimento entre 54 à 56 HRC.

como é feito o aço rápido

Aço rápido


Principais problemas do bioma amazônico

Vários problemas estão relacionados com a perca gradativa do bioma amazônico, alguns são velhos conhecidos pelos brasileiros assim como a falta de política séria para a  preservação do meio ambiente. É um dos grandes problemas, não solucionados até hoje, é o desmatamento desenfreado na região. 

Desmatamento

Estima-se que a área desmatada em poucos dias equivale a três campos de futebol, número que se for calculado toma uma proporção gigantesca, gerando indignação e preocupação a todos nós. Sabemos que há vários motivos para o desmatamento na amazônia e o principal alvo são madeiras consideradas nobres. Árvores de 150 à 200 anos de idade são derrubadas em questão de segundos para fomentar o mercado negro de madeira que é, possivelmente, vendido no exterior. Com certeza é um dano irreparável que gera o desiquilíbrio ambiental. Mas não são apenas os madeireiros clandestinos que atuam na região, pecuaristas também estão degradando esse bioma com a expansão de pastos para abrigar o gado. Outros dois problemas graves que devem ser denunciados são as queimadas de cunho criminoso, deixando ainda mais difícil para os agentes do IBAMA fiscalizarem a atividade ilegal e punir os responsáveis, e o garimpo. Esta última causa danos, muitas vezes, irreversíveis ao solo explorado.     

Fauna

Outro ponto que deve ser ressaltado é a questão da fauna, há uma gama de espécies que habitam a floresta amazônica e necessitam da mata para sobreviverem. O que mais impressiona é que muitas ainda nem foram catalogadas e já estão ameaçadas de extinção. 

problemas com o bioma amazônico

Floresta amazônica