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A importância de sorrir, para a saúde

Aquele velho ditado que diz “sorrir é o melhor remédio” não parece ser realmente uma invenção animadora para curar algumas tristezas. Pesquisas comprovam que sorrir pode realmente ajudar em diversas situações difíceis.

Isso se deve ao fato de que o ato alivia muitas dores, pois liberamos endorfina, conhecida como o hormônio da felicidade. Ele não é o bastante para cessar uma dor, mas pode ser de grande ajuda em um hora difícil.

Não é apenas a endorfina que faz com que o sorriso ajude a saúde, ao sorrir pacientes produzem mais células de defesa no organismo, ajudando a deter vírus e até tumores. O sorriso também é um recurso que ajuda a modificar ambientes pesados como é o caso de um hospital.

Sorrir faz bem para a saúde.

Sorriso. (Foto: Reprodução)

Apesar de não ser o remédio mais eficiente, já está comprovado que rir é terapêutico e facilita o trabalho dos médicos.

Frequentemente, vemos projetos de profissionais que se vestem de palhaços para ajudar crianças que enfrentam doenças terminais como o câncer, não apenas médicos, mas também pessoas da comunidade que valorizam esses projetos.

Não existe nenhum estudo oficial sobre como o sorriso, mas sabemos que risadas proporcionam bem-estar, entre outros benefícios como:

  • O aumento do fluxo do sangue.
  • Ajuda na oxigenação do corpo.
  • Melhora no sistema imunológico, que se beneficia com o aumento de células NK (natural killers) detendo vírus e células defeituosas.

Como funciona o desenvolvimento de doenças mentais

Até hoje há uma grande controvérsia nos estudos das doenças mentais. É muito difícil explicar quais são os reais motivos que levam aos seus transtornos, já que existem muitas especificidades entre os casos. Entretanto, estudos recentes começaram a classificá-los em escalas superiores.

Em 2010, um projeto americano convocou 100 mil crianças a serem acompanhadas até a sua vida adulta, na tentativa de classificar melhor os pormenores dessas doenças, com o tempo respostas interessantes podem surgir.

Desenvolvimento de doenças mentais.

Doenças mentais (Foto: Reprodução)

Classificações

Atualmente o modelo mais usado na classificação dos transtornos mentais é o bio-psico-social, que determina os transtornos em três fatores:

» Fatores biológicos: São fatores como a predisposição genética, a mutação de genes que determinam o desenvolvimento, o metabolismo e o funcionamento incorreto do organismo.

» Fatores psicológicos: São fatores que envolvem os medos, as reações emocionais, expectativas, preferências, interpretações, percepções, processos cognitivos, entre outros.

» Fatores socioculturais: Esses fatores incluem a influência da família, amigos, a sociedade e o meio cultural, modelos sociais, etc.

Além da classificação dos fatores da doença, também temos as classificações da forma como se dão os transtornos, atualmente são usados três termos para classificar os pacientes:

» Comorbididade: Classifica uma pessoa que pode ter ao mesmo tempo diversos transtornos.

» Multiaxialidade: Classifica uma pessoa que tem transtornos em diferentes eixos, cada qual se referindo a um aspecto diferente.

» Diagnostico operacional: Classificação de acordo com diagnósticos de sinais e sintomas apresentados por um certo período de tempo ou não, essa classificação evita a teoria e se baseia no empirismo.

Desenvolvimento

Como já foi dito, não existe um estudo aprofundado sobre o desenvolvimento desses transtornos, devido a isso é difícil compreender a forma como ele se dá. Cada organismo reage de maneira diferente, com estudos mais abrangentes espera-se chegar mais próximo de uma resposta.

Existem varias sub-classificações entre os fatores, as doenças também podem ocorrer em diversos graus, dificultando a explicação do desenvolvimento delas. Para saber mais, é recomendada a consulta a um psiquiatra.


Como evitar a enxaqueca menstrual

Enxaqueca menstrual é um mal estar que ocorre antes e depois da menstruação. As características mais comuns da indolência são intolerância a claridade, e náuseas. Sabe-se que boa parte da população sofre desse mal. Entre as mulheres, 7% delas apresentam enxaqueca menstrual.

evitando enxaqueca menstrual

Mulher com enxaqueca menstrual

Porquê ocorre

Quando a mulher estar próximo do ciclo menstrual os hormônios, estrogênio e progesterona, costumam permanecer em alto nível, mas no auge eles caem e nessa oscilação ocorre a enxaqueca menstrual, também conhecida como enxaqueca catamenial.

Como o estrogênio é responsável por controlar os níveis de serotonina, também conhecido como hormônio do bem estar. Quando o nível de estrogênio cai, o nível de serotonina também irá abaixar. A queda brusca provoca o aumento da chamada substância P, essa substância causa a vasodilatação, responsável pelo surgimento da enxaqueca.

Tratamento

O tratamento mais comum nestes casos é tentar controlar os níveis de estrogênio com pílulas anticoncepcionais, mas nem sempre as pilulas podem garantir o efeito desejado. O médico também pode optar por fazer uma prevenção em curto prazo das crises com  terapias,  anti-inflamatórios e outros meios. Também pode ser recomendado tratamentos alternativos como controle na dieta e atividades físicas regulares.