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Durabilidade bateria notebook 4 células

Quando falamos em duração de bateria para notebooks, existem diversos fatores que podem alterar a resposta, isso vai depender bastante da forma como usa o seu notebook e, é claro, da bateria que você tem. Assim como as configurações de seu aparelho, as baterias são classificadas por células. Estas células são como  pilhas de verdade que podem ser recarregadas. O número de células varia entre 3, 4, 6, 8, 9 e 12.

quanto dura uma bateria de 4 células

Bateria de notebook por dentro
(Foto: Reprodução)

Consumo

O consumo do notebook vai depender muito do próprio usuário e de suas configurações. Por exemplo, um notebook com tela de LED costuma durar mais, sendo a tela mais econômica, mas também devemos levar em conta o processamento. Um notebook com poder de processamento elevado irá consumir mais energia que um notebook com menos poder. As configurações de brilho da tela são outra coisa que influência, pois quanto maior o brilho e quanto mais funções você usar no notebook, mais energia será consumida.

Desgaste

Algo que também pode ocorrer e que depois de muitos ciclos de uso as baterias não conseguirem mais segurar a carga como antigamente, assim se temos uma bateria com um ano e meio de uso, o mesmo vai durar menos que uma bateria nova. Não é possível dizer exatamente quantos horas o seu notebook pode durar, para isso você deve consultar o manual do aparelho, mas podemos ter uma média baseando-se nas células da bateria.

Duração

  • 3 células – 2000 – 2400 mAh – duração: 1h e 30 m (dobro com telas de LED)
  • 4 células – 2200 – 2400 mAh – duração: 1h:30 m a 2h (dobro com telas de LED)
  • 6 células – 4400 – 5200 mAh – duração: 2h a 2h:30 m (dobro com telas de LED)
  • 8 células – 4400 – 5200 mAh – duração: 2h:30 m a 3h (dobro com telas de LED)
  • 9 células – 6000 – 7800 mAh – duração:  3h a 3h:30 m (dobro com telas de LED)
  • 12 células – 6000 – 7800 mAh – duração: 4h (dobro com telas de LED)
  • 12 células – 8000 – 8800 mAh – duração: 4h a 4h:30 m (dobro com telas de LED)

Qual é o remédio da AIDS

Desde meados dos anos 90, propriamente em 1996, pessoas portadoras do vírus HIV, podem ter uma melhor qualidade de vida equiparadas a de pessoas que não são soropositivos. Devido a combinação de medicamentos contra a doença da aids, muitos desse portadores obtiveram possibilidades imensa de realizar um tratamento adequado, como forma de evitar os agravantes da doença, uma vez que ainda não exista um medicamento com a cura da AIDS.

paciente

O serviços ambulatoriais em HIV e aids são serviços de saúde do governo que realizam ações de assistência, prevenção e tratamento aos soropositivos.

No Brasil os medicamentos são distribuídos gratuitamente através dos serviços de saúde. Além do tratamento, ainda existe um atendimento especializado para os portadores do vírus, de forma integral e de qualidade que conta a atuação de uma equipe de profissionais de saúde composta por médicos, enfermeiros, psicólogos, farmacêuticos, assistentes sociais, entre outros que se dividem em diferentes atividades, desde a realização de exames de monitoramento, orientação e apoio psicológico, atendimentos em infectologia, ao controle e distribuição de antirretrovirais.

Dentre os medicamentos utilizados no tratamento, pode-se citar os principais: zidovudina ou AZT, (cápsula de 100 mg, soluções oral e injetável), associação zidovudina e lamivudina (comprimido de 300 mg + 150 mg), lamivudina (comprimido de 150 mg e solução oral); didanosina (pó para preparação extemporânea); nevirapina (comprimido de 200 mg); ritonavir (cápsula de 100 mg) e efavirenz (comprimido de 600 mg), estavudina (cápsula de 30 mg e pó para solução oral); indinavir (cápsula de 400 mg) e tenofovir.

medicamentos

Os antirretrovirais são drogas capazes de inibir o crescimento do vírus e reduz a carga viral, ou seja, a quantidade de HIV na corrente sanguínea.

Toda pessoa que tenha se contaminado com o vírus HIV deve procurar o atendimento e iniciar o quanto antes o tratamento. Por que o famoso coquetel utilizado, que na verdade é a associação dos diferentes medicamentos citados acima, servem para evitar o ataque intenso do vírus. Portanto as drogas antirretrovirais agem impedindo que o HIV se reproduza dentro das células, diminuindo consequentemente os danos causados por ele.

O tratamento é feito com pelo menos dois medicamentos antirretrovirais diferentes, e é super importante que o portador siga corretamente as instruções de uso, para que a dose seja eficaz. Como a maioria dos medicamentos, os antirretrovirais também provocam inúmeros efeitos colaterais, os mais evidentes são enjoo, diarreia, distúrbios de sono, indisposição e até manchas na pele. Cada droga surte um efeito colateral variado.

Além do tratamento com medicamentos, os soropositivos, devem realizar diversos exames de rotina – hemograma completo, urina, fezes, testes para hepatites B e C, glicemia, colesterol e triglicerídeos, tuberculose, sífilis, avaliação do funcionamento do fígado e rins, além de raios-X.

Texto em formato meramente informativo !!!


Endometriose tratamento

A endometriose surge quando o endométrio, mucosa da parede uterina sofre uma inflamação provocada por células que deveriam ser expelidas, quando o ovário da mulher não é fecundado. Sendo assim, as células acabam se movimentando para o sentido oposto, chegando a cair na cavidade abdominal, ou mesmo nos ovários, se multiplicando e causando os sangramentos irregulares.

Ainda não se tem precisão sobre as causas da endometriose, mas há dois pressupostos – a genética, relacionada a deficiência do sistema imunológico, e o refluxo do sangue através das trompas, alojando-se em diferentes órgãos. A infertilidade pode ser uma das consequências mais graves causadas pela endometriose.

exame ginecológico

A doença crônica regride espontaneamente com a menopausa, por causa da diminuição dos hormônios femininos.

Geralmente a doença é assintomática quando está na fase inicial. Ao surgirem os sintomas indica que a mesma já pode ser classificada como endometriose crônica. A mulher costuma sentir cólica menstrual que aumenta de intensidade (Dismenorreia), sente dores ao praticar relações íntimas (Dispareunia), dor urinária durante o ciclo menstrual.

O diagnóstico é feito a partir de consulta clínica com o profissional ginecologista que irá associar os sintomas com alguns exames, podendo estes ser o ultra-som endovaginal, a ressonância magnética, exame de sangue chamado marcador tumoral CA-125, e também através da visualização por laparoscopia, para identificar possíveis lesões.

A forma de tratamento aplicada dependerá da gravide da doenças. Em muitos casos é indicado apenas anti-inflamatórios não esterioidais AINS (ibuprofeno, naproxeno), uso de pílulas de estrógeno-progesterona, aliviando dores e prevenindo contra a gravidez.

Há ainda dois métodos mais severos e invasivos, o primeiro consiste na cirurgia de laparoscopia, denominada conservativa pois preserva o útero e muitos tecidos ovarianos. O segundo é a histerectomia, uma cirurgia definitiva em que se retira o útero e os ovários da mulher, isso quando a mesma decide não mais engravidar, ou houver reincidência de endometriose.

Toda mulher precisa ter acompanhamento ginecológico, principalmente depois que se inicia a vida íntima. Qualquer anormalidade, sintoma e desconforto no trato genital deve ser pronunciado ao médico, agindo assim a mulher poderá evitar uma série de problemas.