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Como funciona o desenvolvimento de doenças mentais

Até hoje há uma grande controvérsia nos estudos das doenças mentais. É muito difícil explicar quais são os reais motivos que levam aos seus transtornos, já que existem muitas especificidades entre os casos. Entretanto, estudos recentes começaram a classificá-los em escalas superiores.

Em 2010, um projeto americano convocou 100 mil crianças a serem acompanhadas até a sua vida adulta, na tentativa de classificar melhor os pormenores dessas doenças, com o tempo respostas interessantes podem surgir.

Desenvolvimento de doenças mentais.

Doenças mentais (Foto: Reprodução)

Classificações

Atualmente o modelo mais usado na classificação dos transtornos mentais é o bio-psico-social, que determina os transtornos em três fatores:

» Fatores biológicos: São fatores como a predisposição genética, a mutação de genes que determinam o desenvolvimento, o metabolismo e o funcionamento incorreto do organismo.

» Fatores psicológicos: São fatores que envolvem os medos, as reações emocionais, expectativas, preferências, interpretações, percepções, processos cognitivos, entre outros.

» Fatores socioculturais: Esses fatores incluem a influência da família, amigos, a sociedade e o meio cultural, modelos sociais, etc.

Além da classificação dos fatores da doença, também temos as classificações da forma como se dão os transtornos, atualmente são usados três termos para classificar os pacientes:

» Comorbididade: Classifica uma pessoa que pode ter ao mesmo tempo diversos transtornos.

» Multiaxialidade: Classifica uma pessoa que tem transtornos em diferentes eixos, cada qual se referindo a um aspecto diferente.

» Diagnostico operacional: Classificação de acordo com diagnósticos de sinais e sintomas apresentados por um certo período de tempo ou não, essa classificação evita a teoria e se baseia no empirismo.

Desenvolvimento

Como já foi dito, não existe um estudo aprofundado sobre o desenvolvimento desses transtornos, devido a isso é difícil compreender a forma como ele se dá. Cada organismo reage de maneira diferente, com estudos mais abrangentes espera-se chegar mais próximo de uma resposta.

Existem varias sub-classificações entre os fatores, as doenças também podem ocorrer em diversos graus, dificultando a explicação do desenvolvimento delas. Para saber mais, é recomendada a consulta a um psiquiatra.


Teimosia infantil

Muitos pais passam por alguns problemas com seu filhos, principalmente as crianças de idade menor. Embora os pais sejam detentores da responsabilidade e comando dos filhos, há situações em que são inacreditavelmente sujeitos a aceitar atitudes teimosas das crianças.

Em verdade, a teimosia em questão representa um comportamento infantil, que a criança utiliza como meio de demonstrar uma surreal independência e também serve para que elas possam expressar algumas de suas vontades.

criança teimosa

Para evitar mais crises de teimosia é importante promover momentos em que a criança possa ter autonomia, mas seguindo regras impostas pelos pais.

Geralmente, é possível identificar com mais incidência a teimosia infantil, dos 2 aos 4 anos de idade. Acontece mais nesse período porque a criança está crescendo e junto com ela surgem os mais inusitados interesses por coisas novas, diferentes, e que antes não podiam pegar, ou fazer e etc.

É nesta fase que a maioria das crianças começam a ficar mais independentes, seja em relação a fralda, fazer ou comunicar sobre as necessidades físicas, se alimentar sozinha. Portanto, é um momento que marca expressivamente seu desenvolvimento. Poder dominar seus movimentos, a fala e a cada dia que se passa mais se desenvolvem.

Por não ter maturidade suficiente, a criança reage da única forma que sabe – crises de grito, choro, e birra. Se não conseguem o que querem se veem no direito de exigir dessa forma teimosa para tentar satisfazer a sua vontade.

teimosia infantil

A criança precisa saber que possui direitos assim como deveres, que ao longo do tempo irão aumentar proporcionalmente.

O papel dos pais é primeiramente entender que a criança está em uma fase normal de seu desenvolvimento, por isso em algum momento vai acabar passando. No entanto, além de ter compreensão, os pais devem determinar de forma gradual, sobre as regras de convívio, censuras sociais, e explicar seriamente que na realidade da vida nem sempre se pode fazer ou ter tudo o que se quer.

Com o passar do tempo, a criança vai entender tudo o que lhe é passado e começará a se controlar. Os conceitos serão compreendidos, mesmo porque ela entenderá que é melhor ser comportada pois tem mais chances de ganhar o que quer, do que ficar fazendo show de teimosia.